Natural

O café natural, tradicionalmente, é o primeiro a ser feito pelos produtores de café, dada a sua facilidade de ser processado.
Muito utilizado no Brasil, e em outros países de clima quente, os grãos são espalhados ainda com a casca em terreiros de cimento (ou terreiros suspensos) e virados várias vezes para que o processo de secagem seja uniforme.
Mas o processo etapa por etapa demanda mais cuidado.

Para que a colheita aconteça, primeiro o produtor seleciona as áreas da fazenda onde os grãos já estão mais maduros e apresentam um grau de doçura (brix) maior.
Na nossa região, a colheita pode acontecer de forma seletiva ou semi-manual, com a utilização das roçadeiras (utilizar fotos), que são hastes que tremem e ajudam a agilizar o processo.

Depois disso, os grãos são levados para a área de pós-colheita, onde são lavados para impedir qualquer tipo de fermentação negativa que pudesse acontecer e também eliminar poeira e impurezas.
Os grãos então passam pelo lavados, onde os grãos que não estão maduros ou que passaram dos pontos são separados, o que garante uma bebida mais limpa e homogênea na xícara. Além da separação por densidade dos frutos realizadas no lavador, os cafés podem passar na peneira rotativa (“peneirão”) para separar algum eventual furto imaturo e pequeno que tenha conseguido escapar do lavador.
Os grãos então são colocados para secar, sempre avaliando a temperatura e umidade para que possam sair do terreiro no ponto certo.
Dependendo do histórico de qualidade do talhão, tamanho do lote e disponibilidade de recursos do produtor, alguns lotes podem ser secados em terreiro suspenso ou em estufas com proteção UV. Fotos de terreiros suspensos e da estufa da Irmãs Pereira.

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